quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

POR HORA...VOU SENDO...(Dilene Germano)

Passsendo com o controle pelos canais de televisão, me encantei com esse poema de Sílvio Brito ,"Eu sou", ,declamado por ele e intercalado com a música de Roberto Carlos “L´ultima cosa” . Gostei tanto que resolvi compartilhar com vocês .

Apesar da firmeza de ser quem é do autor,  acredito que vou sendo, pois quem me dera saber quem fui, quem sou, ou para onde vou.... por hora, vou sendo... alguma coisa para uns a quem tudo devo e, inexistente para outros que ao observarem lá de tão alto, não me vêm. Aos últimos agradeço! Aos primeiros eles sabem que não se agradece, dá-se retorno!

Fique na paz1

Dilene Germano


segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

NO ACONCHEGO DA ROÇA (Dilene Germano)

Gosto de Natal com muita luz! E se for natural, melhor ainda! E no aconchego da roça, aproveitei para tiras algumas fotos que enfeitassem o dia.E brincar com as luzes e as sombras.

O que me fez fotografar este momento foi o reflexo do sol nas árvores. Era tão forte que quase não dava para olhar. Nesta foto podemos ver os raios dourados do sol passando pelos espaços deixados pelas árvores, iluminando nosso quintal com faixas de luz. E conforme a Terra gira em torno de si mesma, deste nosso lado, as sombras vão se espalhando pelo quintal, trazendo romantismo e delicadeza… e o ar mais frio do anoitecer convida para um momento sagrado de meditação e de gratidão.

E mesmo que, às vezes,  as sombras de um jardim possam nos lembrar de um pouco de solidão e de nossos próprios medos, elas também nos acenam com a promessa de uma noite tranquila e acolhedora, para compartilhar de bons momentos com as pessoas que amamos, e para sonharmos tantos lindos sonhos!

E como é tão bom quando nos lembramos de dar graças pelo dia único e precioso que se passou, e juntar as nossas esperanças para uma nova prece, rumo à um novo e belo amanhã!
Que todos tenham passado um Natal de muita paz, saúde e alegria! Que Jesus Cristo, Nosso Senhor, abençoe cada amigo, cada gesto, cada sentimento de solidariedade e fraternidade.


Dilene Germano










Dilene Germano

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

CONSTRUINDO MOINHOS DE VENTO (Dilene Germano)

 "Quando os ventos de mudança sopram, umas pessoas levantam barreiras, outras constroem moinhos de vento." (Érico Veríssimo)

Isso é lindo demais!

É com essa frase do adorado Érico Veríssimo, cujas obras eu particularmente gosto muito, que quero desejar meus votos de sucesso, prosperidade, felicidade e muito amor a vocês, gente bonita .

Que nós sejamos sempre construtores de moinhos de vento, que possamos acreditar que os desafios são nossos aliados e nos propulsionam com nova força e energia à frente.. que nossos sonhos se encontrem com nossos dias e os tornem mais doces e suaves, porque é assim que a vida deve ser e isso só depende do nosso querer!!!

Um 2017 repleto de construções de moinhos de ventos a todos!!!

Dilene Germano

Fique na paz!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

FUIIIII.....Ó IÉ... !!!! (Dilene Germano)

“Cabeça vazia, oficina do diabo. Coração cheio, multinacional do inferno.” Tati Bernardi

Cabeça vazia oficina do Diabo! E isso é tão perigoso... sim.. porque são nesses momentos que a gente começa a sentir o que não existe, acreditar no que nunca viu e se desesperar por algo inexistente! Isso já aconteceu comigo, se não tem o que fazer, se está jogado(a) ai entrando no mundo dos fantasmas que não existem.... sai dessa rápido!! Levanta, sacode a cabeça, estremece o corpo ai.. bota uma música e comece a fazer alguma coisa... arrume suas roupas, vai andar na rua, vai tomar um sorvete(porque tá calor agora né?) ou vira pro lado e dorme! Mas o importante de tudo isso que estou querendo dizer é: não faça nada!! Não pressinta nada...não fale com ninguém nesse instante...e o importante...não ache nada...

E falando nisso então.. vou aproveitar... levantar... sacudir a cabeça... e tomar um sorvete.. e encher minha cabeça com a musica abaixo...FUI!

Fique na Paz!

Dilene Germano


domingo, 18 de dezembro de 2016

APENAS QUERO SEGURAR AS SUAS MÃOS (Dilene Germano)


Os Beatles influenciaram várias gerações. Verdadeira unanimidade. Fazem parte da vida de praticamente todo mundo, inclusive da minha. No meu caso foi amor à primeira vista. Eram onipresentes em minha vida  desde a primeira vez e sempre que escuto rola um aperto de felicidade no coração, uma sensação de calma.

E uma música que gosto muito – entre tantas outras- é I WANA HOLD YOUR HAND, uma de suas músicas mais brilhantes porque eles foram diretamente ao ponto, ao que todos querem... uma mão que nos ampare, que nos segure em nosso caminho pela vida.
È para isso que nós fomos feitos, ninguém merece a dor da solidão, do abandono, da indiferença.

É muito triste  se afligir sozinho, chorar sozinho, rir sozinho ou celebrar sozinho.
“Há sempre alguém pronto para segurar a sua mão hoje. E há alguém esperando que você segure a dele.”
 Um pequeno gesto pode quebrar a solidão de alguém e trazer-lhe um pouco de felicidade.


Fique na paz!  Dilene Germano


sábado, 19 de novembro de 2016

LAVANDO ROUPAS (Dilene Germano)


 “ Lavar roupa todo dia que agonia...” Hoje é dia de lavar roupas.
Costumo dizer que minha máquina de lavar  é uma de minhas melhores amigas.
Amo de paixão esta gorducha ! No dia em que ela ficar doentinha , nem sei o que faço.
Acho que tenho um treco e caio durinha no chão. Impensável ficar sem ela.
Embora devo confessar que lavo alguma coisa  a mão. Deixo para ela o mais pesado.
O grande problema não é só lavar roupas pesadas, mas torcer . Como torcer uma colcha ? E um edredon ?
Só tem um defeito : deveria ter umas mãozinhas para estender as roupas no varal ... e depois passa-las...ia ser P-E-R-F-E-I-T-O !
Gente bonita, estou querendo demais?
Fique na paz!

Dilene Germano

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

PÉS QUE TE QUERO PÉS. (Dilene Germano)


Meus queridos pés
Pra começar vou  ser sincera: bonitos vocês não são, além de magrinhos e pequenos dão um trabalhão para encontrar sapato para vocês..
São como irmãos gêmeos: nasceram no mesmo dia e hora. Calçam as mesmas meias, mesmos sapatos.E olhando para vocês, parece que cada um tem identidade  própria. Logo vocês, que dão nome a tanta coisa. Pé de vento. Pé de moleque. Pé de chinelo. Pé direito. Pé de galinha. Pé de pato. Pé de meia. Toda fruta tem seu pé. Toda serra também. Tem o pé na estrada. E tem o pé na cova.
 Preciso pedir perdão a vocês pelos tantos anos de sofrimento que submeti a  vocês; anos e anos de sapatos fechados e altos, pela monotonia das botinhas, espécie de cativeiro para vocês. Por vocês não saberem, por muitos anos o que era uma pedicura. Pela falta de carinho e atenção. Pelos sapatos altíssimos de bicos finos, anos a fio. Viviam cativos de minha vaidade. Com o tempo e a maturidade resolvi que era  hora de pedir perdão aos dois.
Hoje, metidos nas rasteirinhas abertíssimas ou mesmo nos sapatos e nas botas de bico arredondado e quase sem salto que lhes dou de presente, vocês parecem muito mais felizes. Metade dos meus cremes são para vocês. Vocês passeiam descalços, até mais do que deveriam. De 15 em 15 dias dou um trato em vocês na pedicura e pinto suas unhas a la francesinha . E vocês vibram.
Nada como nossos olhos (aliás, com esses eu também preciso ter uma conversa) para nos fazer enxergar a beleza de outra forma, dar novo sentido às coisas.
É bom dizer essas coisas a vocês. E notar o quão nobres,  esquecendo o passado, compreendendo a que ponto chegam as esquisitices femininas.
 Aprendi a gostar de vocês. Sâo pequenos, magrinhos, não sei com que pés vocês se parecem.
Com os da cinderela talvez?  Na nã ni na não....
Nem os pés da Cinderela, com seus sapatinhos de cristal, seriam tão charmosos.
Um beijo em cada um.
Fique na Paz!

Dilene Germano